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Somos um espaço livre para discutir, apresentar novidades, tirar dúvidas e tudo mais que permeia o mundo da EaD.

domingo, 31 de maio de 2015

Se liga no blog e na EaD

O blog surgiu como página interativa para publicação de conteúdo pessoal em forma de diário. Tem a vantagem de ser uma ferramenta com opções gratuitas e de aprendizado e utilização intuitiva, onde é possível publicar conteúdos diversos sob o formato de texto, imagens e vídeos. E o mais importante, produzir conteúdo de forma interativa através do recurso do “comentário”; apresentando não uma via de mão única de informação, mas a possibilidade do diálogo. 

O que é fundamental para o processo de ensino-aprendizagem. Para o desenvolvimento das práticas de EaD, o uso do blog pode nos permitir incentivar a construção do conhecimento de forma colaborativa, estimular a criação através da leitura e da escrita, desenvolver as habilidades de interação por meio do uso da internet, ver o blog como recurso de estratégia educativa entre outras utilidades. Podemos dizer que o blog é uma ferramenta de comunicação, socialização e construção de conhecimento.

Como chegar lá?

São vários os objetivos que podem ser atingidos pelo através dos blogs:

- Blog criado para postagem de textos, dicas, vídeos, novidades, links e exemplos de assuntos abordados em aulas.
- A parte administrativa do blog permite ver estatísticas de acesso, postagem, resultados das enquetes, após análise dessas estatísticas teremos um direcionamento das próximas postagens/enquete.

O blog é um meio de socializar experiências e novas ferramentas, compartilhando conhecimento, fazendo com que os visitantes reflitam sobre a educação e a tecnologia. 
Além da parte de postagem do blog temos:

- aba ‘Seguidores’ onde os usuário pode seguir “acompanhar” o blog;

- aba ‘Enquete’ a ideia é fazer pesquisas com os usuários sobre as postagens;
- aba ‘Arquivo do Blog’ relação de todas postagens, assim o usuário tem acesso as postagens anteriores;
- aba ‘Vídeos Interessantes’ vídeos do youtube referente a Web 2.0


Referências:
COSTA, Rosa Maria E. M.; MARINS, Vânia; – Ferramentas da Web 2.0 e as Comunidades de Prática. 
CARVALHO, Ana Amélia A.; Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores. Disponível em: <http://pigead.lanteuff.org/mod/resource/view.php?id=4779> Acesso em 31 de maio 2015.

Facebook e a EaD

O Facebook é um rede social com recursos da WEB 2.0: comunicação instantânea; interação; compartilhamento de recursos multimídia como vídeos, links externos para blogs, comunidades, redes sociais de especialistas, de editoras, de ONG voltadas a educação e órgãos governamentais responsáveis pelos encaminhamentos da educação nacional; aplicativos como enquete, perguntas, Izzui (para criação de cursos auto instrucionais no Facebook); calendário; possibilidade de utilização de plugins para inserção de fóruns; além de prever a criação de grupos.

Esta plataforma engloba um rol de possibilidades de compartilhamento de conteúdo, mudando profundamente a maneira como os sujeitos envolvidos se comunicam, interagem e aprendem. Incutindo resultados concretos na aprendizagem informal resultante da interação entre os sujeitos, através de envio e recebimento de comentários postados pelos membros.

Por outra parte, o Facebook pode propiciar aos membros recursos fomentadores do desenvolvimento pessoal e profissional, como na rede social implantada para esta atividade. 

Como vamos chegar lá?

O objetivo específico seria formar uma comunidade de prática voltada a aprendizagem colaborativa e intercambio de informações, experiências, boas práticas, bibliografia e pesquisas relacionadas ao uso das mídias como ferramentas de aprendizagem.

  • Nos objetivos secundários teríamos a intensão de fomentar a adesão dos colegas a fan Page que seria criada com o nome "Juntos Pensamos EaD – CEDERJ”.
  • Capacitar através da prática os membros para o uso da plataforma como recurso pedagógico.
  • Incentivar o intercambio de informações, experiências, boas práticas, bibliografia e pesquisas relacionadas ao uso das mídias como ferramentas de aprendizagem.
  • Informar sobre eventos na área.
  • Incluir entre os recursos Grupos para a criação de Comunidades de Prática.
  • Registrar os resultados obtidos durante o projeto.
  • Realizar um seminário virtual piloto para exposição dos resultados obtidos.


Referências
Costa, R. M. E. M; Marins, V. Ferramentas da Web 2.0 e as Comunidades de Prática 
Educopedia – SME-RJ. Disponível em: http://www.educopedia.com.br/. Acesso em 31 de maio de 2015.
Izzui. Comunidade online para criar e compartilhar conteúdos no Facebook. Disponível em: http://www.izzui.com/pt/ Acesso em 31 de maio de 2015.
Phillips, Linda Fogg; Baird, Derek; Fogg, BJ. Facebook para Educadores. Disponível em: http://facebookforeducators.org/wp-content/uploads/2011/07/Facebook-for-Educators-Portuguese.pdf. Acesso em: 31 de maio de 2015.

Criação da EaD no Brasil

No Brasil, a modalidade de educação a distância obteve respaldo legal para sua realização com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 –, que estabelece, em seu artigo 80, a possibilidade de uso orgânico da modalidade de educação a distância em todos os níveis e modalidades de ensino. 

Esse artigo foi regulamentado posteriormente pelos Decretos 2.494 e 2.561, de 1998, mas  ambos revogados pelo Decreto 5.622, em  vigência desde sua publicação em 20 de  dezembro de 2005. No Decreto 5.622, ficou    estabelecida a política de garantia de qualidade no  tocante aos variados aspectos ligados à modalidade de educação a distância, notadamente ao credenciamento institucional, supervisão, acompanhamento e avaliação, harmonizados com padrões de qualidade enunciados pelo Ministério da Educação.

Entre os tópicos relevantes do Decreto, tem destaque:
a) a caracterização1 de EaD visando instruir os sistemas de ensino;
b) o estabelecimento de preponderância da avaliação presencial dos estudantes em relação às avaliações feitas a distância;
c) maior explicitação de critérios para o credenciamento no documento do plano de desenvolvimento institucional (PDI), principalmente em relação aos pólos descentralizados de atendimento ao estudante;
d) mecanismos para coibir abusos, como a oferta desmesurada do número de vagas na educação superior, desvinculada da previsão de condições adequadas;
e) permissão de estabelecimento de regime de colaboração e cooperação entre os Conselhos Estaduais e Conselho Nacional de Educação e diferentes esferas administrativas para: troca de informações; supervisão compartilhada; unificação de normas; padronização de procedimentos e articulação de agentes;
f) previsão do atendimento de pessoa com deficiência;
g) institucionalização de documento oficial com Referenciais de Qualidade 2 para a educação a distância.

Fonte: Ministério da educação secretaria de educação a distância; referenciais de qualidade para educação superior a distância - Brasília, agosto de 2007.